segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

In Santarém

Antes que as más linguas se levantem contra mim: NÃO! NÃO ESTOU DE FÉRIAS!
Estou na pérola do tapajós em busca do meu registro no COREN- Conselho Regional de Enfermagem. Terminei o curso técnico em 2007, porém fui convidada a trabalhar na TV e acabei deixando a enfermagem num cantinho qualquer da minha vida, mas agora cursando Enfermagem, resurgiu em minha pessoa a vontade de trabalhar na área da saúde (o que gosto muito) e para tanto necessito do já citado registro.
Saí de casa no domingo, e partir da cidade de Itaituba as 16h no Barco Leão, pelas tranquilas águas do Rio Tapajós, cheeguei na cidade de Santarém as 6:30 do dia seguinte. Eu deveria ter voltado para casa hoje, não fosse um mero detalhe da minha carteira de identidade: O NOME DA MINHA MÃE! Escreve-se ERCILA mas na bendita carteira um funcionário relapso (como diz a Profª Regina), escreveu ERCILIA e por causa de "i"zinho de nada, tenho de tirar a segunda via do meu RG, portanto tive dee ficar mais um dia aqui.
Estou hospedada na casa dos avós de minhas primas Beatriz e Anna Belle, onde também moram Andreia e Joelda (tias das primas), e a Tia Candinha que esta passando um temporada aqui (simpatia em pessoa). Neste momento, esta pessoa "folgada" que lhes escreve, esta totalmente esparramada na cama com seus apetrechos de blogueira, sentindo um brisa gostosa que entra pela janela do quarto localizado no segundo andar de uma casa de esquina.

Daqui posso ver uma padaria no outro lado da rua, umas bandeirolas (feitas de sacola) esticadas em frente a casa, o Sr. Ancelmo (avô das primas) sentado em uma cadeira de macarrão, agora a Bia foi chamá-lo para tomar sopa (mt cheirosa por sinal, mas eu nao qro, obrigada). É uma rua bastante movimentada.

Estou com saudades de casa, parece que saí de lá faz tanto tempo e agora que completam 28h que estou fora.
Amanha cedo irei e busca de resolver o problema da documentação, e se Deus quiser a noite estarei em casa.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Aguardem!! Na proxima Semana Lhe Darei 20 Razões Para Não Beber

Quantos Filhos Você Quer Ter?????











Saiu a Lista Das Miss Mais, Mais de 2011










Por favor Leia Esta Camiseta



Encontrem uma cura antes que cresçam meus seios.
  
Uma pequena Solidariedade: copie e envie este post nem que seja à uma só pessoa, em memória das que morreram de cancer ou seguem vivendo com ele.


Depilação

TENTA SIM, VAI FICAR LINDO!!!"


Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava eue por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada??? Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
 - Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava? Coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.
De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- ...é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação ! ! !

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.....

Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o SAMU. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou.

A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.

Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista.

Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo.

O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação.

Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. "Baixe a calcinha...". Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...Namorar??? Eu estava com sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei anti-depilação cavada.

Queria comprar o domínio www.preserveasbucetaspeludas.com.br

É.... Mulher sofre!!!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Não, voce é que nos abandonou...

     Ola queridos leitores. Gostaria de postar antes de tudo uma boa noticia sobfre o sarau, mas não posso. Há tres dias minha família sepultou um dos seus... JOELMA COSTA PRATA. Tenho tanto a dizer sobre ela, mas estou travada, nem sei por onde começar....
Ela tinha apenas 38 anos de idade e estava começando a refazer a vida depois de ter ficado viúva aos trinta anos... Joelma tinha cancer, não sabemos dizer ao certo ha quanto tempo, só fomos testemunhas do sofrimento dessa menina nos ultimos meses, sem podermos ajudar em nada a não ser com nossas orações. De todas as lembranças que tenho de Joelma, em nenhuma posso ve-la triste... estava sempre com um sorriso largo para quem a encontrava... Dói tanto perceber que nunca mais a veremos, que nunca mais ela dirá pra mim: "E aí gata, quando é que tu vai lá com a gente?" ou então " Égua mana, tu abandonou a gente!".
Ao escrever aqui, estou lembrando da reação de cada um da família, ao entrar na pequena sala onde estava o corpo, trancado em uma urma de madeira de cor clara, com apenas um pedaço de vidro na tampa, ela usava um vestido branco, de mangas e gola tipo canoa, estava tão palida, mais parecia ser outra pessoa, no pulso direito uma fita lilás se Sant'Ana (presente da irmã Janaína), não havia flores, apenas algumas velas sobre a urna, um sofá de tres lugares de um lado e um de dois lugares do outro, ambos com uma capa amarelada e estampada, na cabeceira da urna, uma estante de ferro vermelha com alguns bibelos e um porta retrato com uma foto de Joelma com seu filho Henrique (tbm ja falecido), com a aquele mesmo sorriso que estávamos acostumados a ver... Pessoas entrando e saindo, olhavam o rosto pálido e ja um pouco inchado de minha prima, alguns oravam, outros choravam... os familiares demoravam mais tempo. O namorado num cantinho, timidamente deixava as lagrimas correrem seu rosto, e de vez em quando tirava um pedaço de fotografia da carteira, nele esta Joelma, a outra parte estava na carteira dela, era a parte em que ele estava...
Jardel (irmão), foi um dos que mais me chamou a atenção, ele olhava pelo vidro como se estivesse dizendo algo com os olhos, pode ser que eu esteja enganada, mas acho que ele perguntava porque ela não disse nada a ele, eram tão amigos, por que ela deixou que a morte chegasse ate ela... observei o movimento das mãos, tive a impressão de que ele queria quebrar aquela urna e abraçá-la tão forte, como se assim pudesse trazê-la de volta... nenhuma lágrima em seus olhos, apenas dor, mais tarde, sozinho, chorava como uma criança, atras da casa, longe dos olhos curiosos... mas eu estava lá, sentindo também aquela dor, e me sentindo culpada por nao poder fazer nada... os outros irmãos evitaram a sala até a hora do sepultamento, mas todos se curvaram diante da urna, não como sinal de respeito a ela, mas pela dor da saudade que era tamanha. Janaína, parecia ou queria parecer uma fortaleza, sendo a unica filha mulher que restou, acredito que sentia a necessidade de parecer forte, para consolar a mãe, o pai, os irmãos e os sobrinhos, agora órfãos de pai e mãe, mas pude ver a profunda tristeza em seus olhos. Junior, Joaquim, Júnior, Josivan, Emanoel, Jonilson e Jordam, cada um sofrendo a sua maneira. Tia Léia e tio José também choravam muito, de diziam repetidas vezes que haviam perdido a filhinha deles...
Ronald e Renilce (os filhos), talvez sejam os personagens que mais inspiram cuidados nesse momento, ambos permaneciam perto da urna o tempo todo, saiam, se destraíam, mas em seguida la eastavam, olhando e se despedindo do mamãe, e mesmo o mais bruto dos homens, choraria diante das palavras comoventes das duas crianças, que lamentavam não mais ter o papai, e agora a mamãe...
Não fui ao sepultamento, para mim é um dos momentos de maior dor para a famíllia, é como se estivessemos enterrando não só o corpo, mas as lembraças daquela pessoa, prefiro imaginar que Joelma está viajando, e que em breve nos encontraremos, numa avenida qualquer e ela me dirá: " E aí gata, quando é que tu vai la com a gente? ou "Égua, tu abandonou a gente mesmo né?, só que dessa vez eu direi: " Não, foi voce que nos abandonou...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Apenas palavras....


Nossa! quanto tempo sem postar nem escrever nadinha. Pardon!
O fato é que andei tão ocupada que estava até sem tempo pra escrever em meu diário do bordo (rsrsr). Mas cá estou eu novamete, pra falar um pouquinho das coisas que estão tomando conta de todo o meu tempo. 1 Delas: Família, o caldo tava muuito grosso la em casa, meu marido tavade gracinha com uma moça qualquer desse mundo, enfim você pode imaginar como estava a minha vida. Situação  sendo resolvida. 2 - O TCD - Trabalho de Conclusão do Professor Cleidson, esse me custou horas, não pra fazer não, só pra digerir a idéia (a gente nao se cheira muito bem sabe), porém depois de absorvida toda a minha indignação, ja fiz ja entreguei e ja apresentaei o tal do TCD'x (nome carinhoso do trabalho). 3- As avaliações do curso de enfermagem. Uma na segunda (ja foi), Uma na terça (ja foi também), Uma hoje (ai meu Deus nao estudei nada) e uma amanha (essa penso que será fácil). Questão 3 quase reslvida.
Agora vem ela, a maior de todas as questões que absorvem o meu ser esta semana: O SARAU! To tão nervosa! Ah deixa eu apresntar direito né! II SARAU LÍTEROCULTURAL : Falando Delas!, evento do curso de letras (Sim curso os dois, enfemagem a tarde e letras a noite) e 2011 é o ano da minha turma organizar o sarau, neste evento apresentamos peças teatrais, crônicas, poemas, músicas e muuuuuiito mais(mt mesmo). Estou em uma dramaização, e cantarei O Xote das Meninas - de Luiz Gonzaga e Fenix - De Jorge Vercilo, to muito anciosa e nervosa, não só pelas apresentações que farei, mas por tudo sabe, pelas outras apresentações, pela decoração, pela proporção do evento. Fico imaginando a expressão das pessoas a cada número apresentado, penso se vão gostar ou detestar, falar bem ou mau, elogiar ou maldizer... Ai-meu-Deus, ja será nesta sexta feira dia 2 de dezembro. Torçam por nós, pobres mortais, dando a cara a tapa pra mostrar a todos o quanto gostamos do curso que escolhemos.

EU AMO O CURSO DE LETRAS! (Não tenha ciúme enfermagem também amo vc!rsrsrs)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ORAÇÃO DA MULHER...




Querido Deus,

Até agora o meu dia foi bom:

- Não fiz fofoca;

- Não perdi a paciência;

- Não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica;

- Controlei minha TPM;

- Não reclamei;

- Não gritei;

- Não tive ataques de ciúmes;

- Não comi chocolate;

- Também não fiz débitos em meu cartão de crédito, nem dei cheques pré-datados;

Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou para levantar da cama a qualquer momento!

AMÉM!!!



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Without You - Mariah Carey - Música Lindaaaaa!!!

No I can't forget this evening
And your face as you were leaving,
But I guess that's just the way the story goes
You always smile but in your eyes your sorrow shows
Yes it shows.

No I can't forget tomorrow
When I think of all my sorrow,
When I had you there but then I let you go.
And now it's only fair that I should let you know
What you should know.

I can't live if living is without you.
I can't live, I can't give anymore.
I can't live if living is without you.
I can't give, I can't give anymore.

Well I can't forget this evening
Or your face as you were leaving,
But I guess that's just the way the story goes.
You always smile but in your eyes your sorrow shows.
Yes it shows.

I can't live if living is without you.
I can't live, I can't give anymore.
I can't live if living is without you.
I can't give I can't give anymore.

I can't live if living is without you.
I can't give I can't give anymore.

Sem você - Mariah Carey

Eu não posso esquecer dessa noite
E seu rosto enquanto você estava partindo
Mas eu acho que é exatamente o rumo que a história toma
Você sempre sorri, mas em seus olhos aparecem suas tristezas
Sim, aparecem

Eu não posso esquecer amanhã
Quando eu penso em toda minha tristeza
Quando eu tive você, Mas então eu o deixei ir
E agora é justo, Que devo deixar você saber
O que você deveria saber

Eu não posso viver,Se for para viver sem você
Eu não posso viver Eu não posso conceder mais
Eu não posso viver Se for para viver sem você
Eu não posso conceder Eu não posso conceder mais

Bem, eu não posso esquecer dessa noite
Ou seu rosto enquanto você estava partindo
Mas eu acho que é exatamente o rumo que a história toma
Você sempre sorri, mas em seus olhos Aparecem suas tristezas
Sim, aparecem

Eu não posso viver Se for para viver sem você
Eu não posso viver Eu não posso conceder mais
Eu não posso viver Se for para viver sem você
Eu não posso viver Eu não posso conceder mais

Eu não posso viver Se for para viver sem você
Eu não posso conceder Eu não posso conceder mais

O que é um Churrasco

(Escrito por um homem)



01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser 'Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.

02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.

03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão, oras!.

04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.

05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.

06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.

07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!

08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.

09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).


Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!!!







DIREITO DE RESPOSTA



(Escrito por uma mulher)



O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos:

01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.

02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa

03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.

04 - O homem coloca a carne no fogo.

05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.

06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.

07 - O homem tira a carne do fogo.

08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.

09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.

10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas.... realmente eles sempre acham que estão ''cozinhando''em um churrasco..homens!!!